Conto Erótico Gay CNN. Oi, sou eu, Diego. Faz tempo que não escrevo por aqui. Sinto falta de dividir algumas experiências, mas quem já leu meus relatos anteriores sabe bem: morar em cidade pequena complica a vida de quem busca aventura. É um convite à paciência. Mas, eventualmente, o fogo fala mais alto. E nesta noite, ele gritou.
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Tenho 1,80m, 70kg, e moro numa cidade do interior de Mato Grosso. Sou do tipo que não faz muito alarde, mas nos aplicativos, quando aparece algo interessante, eu vou até o fim. Era por volta de 1h30 da madrugada quando o tédio e aquele tesão acumulado da semana me jogaram no Grindr. A tela azulada brilhava no escuro do meu quarto enquanto eu deslizava pelos perfis, quase sem esperança de achar algo minimamente interessante naquela madrugada silenciosa.
Foi quando ele apareceu.
Um homem negro, porte robusto, óculos escuros numa foto de perfil que mal deixava ver o rosto. Mas o corpo… ah, o corpo não deixava dúvidas. Aos 40 anos, era parrudo no sentido mais honesto da palavra. Peito largo, ombros que pareciam sustentar o mundo, e uma presença que mesmo em foto transmitia autoridade. Apertei na curtida sem pensar duas vezes. A notificação veio quase imediatamente: curtida correspondida.
O papo começou direto. Sem enrolação. Nessa altura da noite, não há espaço para rodeios. As fotos foram trocadas, os nudes vieram como uma confirmação visual do que o instinto já havia me dito. Era um homem de verdade. Em todos os sentidos.
Eu, tentando manter o pé no chão:
— Você mora um pouco longe, mas vou tentar achar um Uber. Nessas horas, sabe como é, não é fácil.
Ele respondeu com uma segurança que me atravessou:
— Se vier, só volta pra casa de manhã. Pode vir.

Não houve ameaça. Não houve insistência. Apenas uma afirmação. Era como se ele já soubesse o desfecho antes mesmo de eu dar o primeiro passo.
O calor começou a subir pelo meu corpo. Não era só excitação física; era o impacto de estar diante de um macho que sabia o que queria e não media palavras para deixar isso claro. A conversa foi se tornando mais densa, mais cheia de intenções. A cada mensagem, eu sentia minha decisão se solidificando. Até que, entre um diálogo e outro, perguntei:
— Você tem camisinha aí?
— Tenho.
— Então beleza. Não vou precisar levar.
Por um instante, a razão tentou se fazer presente. Mas o tesão, nessa hora, já tinha tomado o volante. Consegui um Uber depois de alguns minutos de espera nervosa, avisei a ele que já estava a caminho e ele respondeu com um “tô esperando” que soou quase como uma ordem silenciosa.
A cidade passava pela janela do carro como um borrão vazio. Eu ia recitando mentalmente: “vai dar certo, vai dar certo”, enquanto o coração parecia querer sair pela boca.
Cheguei.
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Ele estava no portão. Boné branco abaixado, camiseta regata vermelha e verde justa ao tronco, destacando cada curva muscular, cada braço forte que ali se apresentava sem falsa modéstia. Short branco de tecido leve, chinelos, postura firme. A imagem era ainda mais impactante que a das fotos. Ele me olhou por um instante, apenas acenou com a cabeça, e me guiou para dentro.
A casa tinha aquele silêncio pesado de madrugada. Cada passo parecia ecoar enquanto caminhávamos até o quarto. A cama era larga, os lençóis escuros, o ambiente simples e funcional. Sentei na borda, tentando disfarçar o nervosismo que ainda teimava em existir.
Conversamos bobagens por alguns minutos. Nada importante. Foi só o tempo necessário para que o constrangimento inicial se desfizesse no ar. E então ele se aproximou. Primeiro foi o olhar, depois a mão no meu pescoço, depois o beijo.
Não foi um beijo tímido. Foi daqueles que tomam, que decidem, que já impõem a dinâmica da noite. As roupas começaram a cair enquanto as línguas se enrolavam. Foi natural, quase coreografado. Quando me dei conta, ele já estava deitado, e eu desci pelo corpo dele como quem segue um caminho já traçado.
A rola dele era morena, de uns 16 centímetros bem feitos, ligeiramente grossa, com uma cabeça rosada que parecia feita para ser admirada. Passei a boca por ela como quem prova algo que há muito tempo deseja. Cada movimento meu era respondido por um gemido baixo dele, uma confirmação de que estava no caminho certo. E eu me deliciei ali, por longos minutos, explorando cada centímetro, sentindo a textura, o peso, o calor. Ele gostava. E eu adorava saber disso.
Até que ele me puxou. Me colocou de bruços na cama com uma firmeza que não era violenta, mas absolutamente autoritária. Ouvi o som da camisinha sendo aberta, senti o lubrificante escorrendo, e então a pressão começou.
A princípio, doeu. Uma dor que fez meus dedos se contraírem nos lençóis e minha respiração prender. Mas ele foi paciente, dando o tempo necessário, até que a invasão se transformou em outra coisa. Quando ele foi até o fundo e se deitou sobre mim, o peso do corpo dele contra o meu, a sensação mudou completamente. A dor deu lugar a um prazer profundo, quase bruto, que eu ainda não conhecia.
Eu estava ali, entregue, sentindo cada movimento, cada centímetro daquela rola dentro de mim, quando ele simplesmente disse:
— Gozei.
Foi rápido. Muito rápido. Eu não pude deixar de rir por dentro do anticlímax. Mas não liguei. O momento era bom demais para ser estragado por isso.
— Tudo bem, cara. Relaxa. — falei, com sinceridade.
Nos limpamos, nos ajeitamos, e ficamos ali, deitados lado a lado, trocando conversas soltas, rindo de coisas bobas, como se fôssemos conhecidos de longa data. O silêncio da madrugada se esticava entre um assunto e outro, e eu já achava que a noite tinha chegado ao fim.
Até que ele, sem aviso, levou minha cabeça de volta para o meio das pernas dele.
O nego já estava duro de novo.
Comecei a mamar com a mesma devoção da primeira vez, sentindo o gosto dele, ouvindo os gemidos baixos que voltaram a preencher o quarto. E então chegou o momento da penetração.
— Cadê a camisinha? — perguntei.
— Só tinha aquela.
Meu corpo paralisou por um segundo. A informação caiu como um balde de água fria na nuca. Como assim, só tinha uma? Ele não tinha avisado antes? Um turbilhão de pensamentos passou pela minha cabeça, mas nenhum deles conseguia se firmar diante do que eu estava sentindo.
Ele me olhou, sério.
— Não podemos fazer sem?
Foi a pergunta que desmoronou qualquer resquício de racionalidade que ainda restava. Eu sabia dos riscos. Sabia que não deveria. Mas meu corpo já não respondia mais à razão. Estava quente, pulsando, pronto. O tesão era maior do que qualquer medo.
Eu disse sim.
De bruços novamente. Dessa vez, senti a cabeça daquela rola roçando na entrada, sem barreira, sem nada entre nós. E então ele entrou.
Foi diferente. Muito diferente. A pele encostando na pele, o calor sendo trocado de forma direta, sem filtros. Eu senti cada milímetro, cada veia, cada movimento como se fosse uma extensão do meu próprio corpo. O êxtase tomou conta de mim de forma avassaladora.
Ele pressionava seu corpo contra o meu, pesado, seguro, enquanto acelerava o ritmo. Mordia minha orelha e gemia junto comigo, a voz rouca e quente fazendo minha espinha arrepiar por dentro. Eu já não me continha. Os gemidos saíam sem pudor, misturados com palavras soltas que eu nem lembro direito.
— Vou gozar….
Ele não respondeu com palavras. Respondeu com ações. Apertou meus braços contra o colchão, enterrou o rosto no meu pescoço e aumentou o ritmo. Mais rápido. Mais forte. Até que meu corpo se contraiu inteiro, e eu gozei ali mesmo, naquela posição, enquanto ele se enterrava fundo e eu sentia, com uma nitidez brutal, o leite quente e grosso enchendo meu cuzinho.
Ele não parou. Mesmo depois de gozar, ele continuou ali dentro, deixando o corpo relaxar sobre o meu, a respiração pesada batendo no meu ouvido. Depois, rolou para o lado e me puxou para perto.
Ficamos frente a frente, abraçados, trocando beijos lentos e risos baixos. A conversa voltou, entrecortada por cafunés e olhares.
E o restante da madrugada… bom, o restante foi ele virando e revirando meu corpo na cama, colocando leite dentro de mim mais vezes do que eu consegui contar. Cada gozada vinha mais fundo, mais quente, mais intensa. Ele parecia não se cansar, e eu não queria que ele parasse.
Não sei dizer se ele planejou aquela noite. Se a falta da segunda camisinha foi acaso ou estratégia. Mas o que ficou claro é que ele encontrou ali um território onde queria marcar presença. E marcou.
De todas as formas possíveis.